
Durante as últimas semanas fiz um teste maluco através das fotos exibidas no MSN.Todas as vezes que punha uma imagem insinuante, sensual ou até mesmo provocativa o número de homens a iniciar um assunto dobrava. E eram os mais variados possíveis, porém sempre com a mesma essência falando de forma eufêmica: "Que bunda gostosa!".
Por outro lado, se a foto fosse comum apenas os amigos mais íntimos de todos os dias me chamavam para jogar conversa fora. Inconscientemente ou não, a ala masculina acredita que nós mulheres pensamos com a bunda, pois é só colocar a dita cuja na exibição e um monte deles surge pedindo atenção, comentando sobre coisas corriqueiras até chegar sabe-se lá aonde.
Obviamente, a ironia não faz jus a realidade, embora tenha uma parcela de coerência. Depois do sucesso estrondoso do "Velho Guerreiro" e suas ajudantes de palco envoltas em micro maiôs e paetês, a bundalização virou moda em todo lugar e a escala de "artista bundões" só aumentou ... e muito. Dançarinas de axé, funk, Mulher Melancia, Jaca, Morango, Pêra e o hortifruti completo apareceram.
O cérebro saiu de sua caixa óssea popularmente conhecida como crânio e espalhou-se pelos seios, nádegas entre outros lugares indiscretos. Não estou assumindo uma posição contra as mulheres que aceitam posar para revistas masculinas. Existem capas de publicações do gênero como Flávia Alessandra, Juliana Paes e Bárbara Borges consideradas excelentes atrizes e seus respectivos "talentos" estão direcionados para a dramaturgia. Ou seja, o fato exposto no texto é não colocar o corpo a frente das reais habilidades. A mulher pode - e deve - mostrar seu lado sensual e explorar sua sexualidade, o incorreto é fazer disso o pilar da sua existência.
O cérebro saiu de sua caixa óssea popularmente conhecida como crânio e espalhou-se pelos seios, nádegas entre outros lugares indiscretos. Não estou assumindo uma posição contra as mulheres que aceitam posar para revistas masculinas. Existem capas de publicações do gênero como Flávia Alessandra, Juliana Paes e Bárbara Borges consideradas excelentes atrizes e seus respectivos "talentos" estão direcionados para a dramaturgia. Ou seja, o fato exposto no texto é não colocar o corpo a frente das reais habilidades. A mulher pode - e deve - mostrar seu lado sensual e explorar sua sexualidade, o incorreto é fazer disso o pilar da sua existência.











